quarta-feira, 31 de março de 2010

Todos somos deficientes em alguma coisa, só que a gente não sabe: é a nossa arrogância que não nos permite dizer. Não estou querendo afirmar que todas as pessoas são iguais. As diferenças são legítimas, as diferenças são reais e há perdas que são reais e as pessoas precisam aprender a compensá-las. Esse é o outro aspecto bonito da relação.
Quando pensamos em termos de classe, o problema é de afirmação ou negação. É tudo (o termo atende ao critério) ou nada (não atende). Na relação, temos um jogo de compensações, de lugares ou posições relativas, em que os termos se expressam de muitas formas. Isso também é uma questão de afirmação e negação; mas, funciona ou opera de outro modo. Devemos tomar consciência que ninguém é perfeitamente igual a alguém, e uma classe nunca será composta por seres humanos idênticos, até porque isso é algo inexistente. Ninguém é melhor ou pior do que ninguém, apenas diferente...

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