segunda-feira, 15 de março de 2010

Sábias palavras da Professora Maria Teresa Mantoan, autora de obras como "Inclusão Escolar" e "Educação de Deficientes Mentais" e coordenadora do Laboratório de Estudos e Pesquisa em Ensino e Diversidade da Unicamp:

"O processo de exclusão é decorrente da própria organização das escolas, que tende a homogeneizar as turmas, tendo em vista sempre o desempenho de um aluno padrão ideal, o que é impossível. A escola trabalha dentro de uma organização que padronizou todo o seu funcionamento e que não leva em consideração as diferenças entre os alunos.
A exclusão dos alunos se dá, justamente, em função de uma organização escolar que não reconhece as diferenças".

"O professor não deve definir o que o aluno precisa saber, mas sim apoiá-lo em sua experiência de aprendizagem, oferecendo a ele subsídios para evoluir em seu conhecimento. Ou seja: o papel do professor não é exigir que o aluno aprenda o que ele quer, nem o que está no currículo, mas sim oferecer ao grupo de alunos um ensino de maior qualidade, pois se o professor ensina bem, a probabilidade do aluno aprender algo melhor é muito maior".

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